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Uma nova pandemia se aproxima

Desde a pandemia do COvid19 fomos estimulados ao convívio mais próximo com a internet através dos celulares. Nos apegamos ao aparelho com intuuito claro de estabelecer conexão com o mundo exterior em busca de notícias de alento e presteza em relação aos cuidados essenciais do próprio vírus. Essa proximidade mudou as relações que mesmo ainda virtuais aproximou as pessoas que juntas tiveram mais força para sobreviver ao estresse cotidiano imposto por todas circunstâncias da época.

 

Com o fim desse ciclo sobraram apenas heranças em forma de aprendizado. No entanto, o elo criado com o mundo virtual manteve-se no mesmo nível ou em alguns casos aumentou. 

 

 

Em 2022 fomos os primeiros do ranking em tempo passado no celular. Foram em média 5,5 horas conectados através do aparelho celular que de todo tipo se transformara num portal de distração em meio ao caos. Esse movimento foi benéfico mas essas heranças podem ter se transformado num grande problema social. Pois o tempo e a forma de se conectar nos coloca numa postura corporal destoante daquela de antes. Passamos mais tempo conectados numa postura errada onde principalmente o pescoço sofre as consequências diretamente.

 

 

A estrutura corporal mantida numa postura fletida caracterizou parte desse problema que ainda está no início. No caso, a cabeça fletida aumenta pressiona as estruturas logo abaixo dela começando pela coluna cervical. O peso estabelecido pela cabeça em flexão pode chegar a 30 kg de força a favor da gravidade essa condição provoca diversos efeitos na coluna. 

 

 

 O primeiro efeito disso é a dor local criada pela tensão dos músculos profundos da região. Esses músculos mantidos numa contração excêntrica constante sofre micro lesões e se inflama. A estrutura muscular tensa e avariada diminui sua capacidade funcional de manter a cabeça alinhada com os olhos que devem sempre estar posicionados olhando pra frente. Essa postura equilibra as forças e diminui a pressão sobre o pescoço e a própria região cervical.

 

 

Se não bastasse isso ainda temos os braços em extensão e cotovelos em semiflexão mantidos juntamente com o punho e dedos em contração constante. Esse procedimento isométrico se deve ao modo que seguramos o celular. Junto a isso os olhos fixos olham para a tela normalmente muito pequena, e leva consigo o tronco para enxergar melhor. Como podemos observar o corpo estabelece uma relação de flexão com o celular por pelo menos 5,5 horas por dia. 

 

 

A medida que o tempo passa os músculos envolvidos acabam se acostumando com a posição e criam uma resposta específica ao estímulo corporal. Os músculos que deveriam estar sendo alongados sempre, passam a repôr suas fibras numa posição errada. Esse procedimento fisiológico se chama plasticidade muscular. Quer dizer a célula muscular ao invés de se originar numa posição alongada para assim cumprir perfeitamente com seu papel, ela surge já encurtada para suprir o posicionamento mantido pela nova postura.

 

 

Assim vamos deixando de perceber o problema e sentindo mais dor na região cervical principalmente. E uma forma de acabar ceo m isso entender o problema a partir da sua postura corporal e sensações dolorosas. E depois inverteremos os polos do desequilíbrio para oferecer pequenas doses de “medicação” para assim não fazermos parte desse novo contexto. 

 

 

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